quinta-feira, 15 de julho de 2010

A estrela Estela

Entre todas as estrelas do céu havia uma que se destacava de longe não por ser a mais brilhante ou bonita, mas sim pelo fato de ser muito pequena e não ter brilho algum, era a estrela Estela.
Certo dia a estrela Dalva toda pomposa disse: há!
Estela você é tão apagadinha, heim! A coitadinha da Estela ao ouvir isso chorou, chorou sem cessar. Um dia, a Lua teve uma idéia
genial propôs a Estela que passasse um mês inteiro juntas para que toda sua incandescência refletisse um pouco em Estela, no entanto todo o esforço foi em vão, foi então que Estela envolveu-se em uma tristeza tão imensa que disse: Ai meu Deus! Acho que nasci no corpo celeste errado, deveria mesmo era ser uma das pedras que formam os anéis de Saturno.
Ao cair à noite um choro melancólico ecoava por toda a via láctea e tomava todo o universo. O dragão Ades que dormia em uma das crateras da lua acordou assustado com o pranto que transcendia em todo o lugar, um astronauta que estava concentrado em sua nave incomodado com o choro aproximou-se da estrela Dalva e perguntou: De onde vinha esse choro melancólico.
A estrela Dalva respondeu: É a apagadinha da Estela que está chorando como sempre.
Astronauta: Mas quem é Estela?
Estrela Dalva: É aquela estrela ali no canto é tão pequena e sem brilho que ninguém a percebe.
O astronauta comovido com a história da Estela resolveu procurá-la e ao encontra-la espantou-se, pois na verdade Estela era um tipo de estrela que só havia em um planeta chamado Terra e que nesse planeta as estrelas como a Estela não ficavam no céu ficavam no mar, ai então, Estela descobriu que ela pertencia a uma dinastia de estrela imperiais que reinavam no mar e que o motivo dela estar no céu foi um terrível engano, assim depois que foi desfeito todo o mal entendido, Estela despediu-se de todos os seus amigos e foi para o mar, aonde era o seu lugar e lá Estela
vivia feliz e radiante, pois lá estava repleta de estrelas como ela cada uma mais linda que a outra.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010


A Pérola

''John Steinbeck''

O livro é dividido em seis partes, o espaço o qual passa a narrativa é em uma pequena vila de pescadores, rodeada por uma mata, a família de pescadores mora em uma cabana mal acabada, a alimentação sempre era broa de milho e feijão.

A Pérola nós conta a história de uma família composta por (Kino o pai, Juana a mãe, e Koytito o único filho do casal).
A história começa assim:


"Contam na vila a história de uma grande pérola, encontrada e depois perdida".


Certo dia o Koytito foi mordido por um escorpião, assustada com o ocorrido Juana chupou com a boca um pouco do veneno, mediante a isso ela pede para que o filho seja levado ao médico ao chegar com o filho á casa do médico, mas este recusa a atender a criança, pois Kino não tem condições de pagar pelo tratamento exigido.

Desesperado, ele imediatamente foi procurar pérolas e para a sua surpresa encontra uma pérola enorme, a maior até então, daí em diante Kino começa a fazer planos para o dinheiro que conseguiria com a pérola, alguns vizinhos e até mesmo o seu irmão chegam a falar que a pérola poderia trazer má sorte, azar. O próprio Kino pensa se os deuses o castigaria por ter encontrado a pérola.

Kino, espera então, melhorar a sua vida, mas no entanto, a pérola só trouxe inveja e corrupção, ao ponto do médico ir á aldeia onde Kino morava com sua família, e oferecer seus trabalhos, Kino por não saber se o que o médico falava, aceitou os seus serviços.

Desconhecidos queriam apoderar-se da pérola e Kino, um dia ele chegou a agredir sua esposa por causa da pérola, matou uma pessoa em legítima defesa e por causa disso ele teve que fugir com sua esposa e seu filho Coyotito. Durante a fuga, o camponês foi seguido por três homens e precisa estar sempre escondendo seus rastros para que não fosse seguido. Mas os rastreadores sempre dão um jeito de estarem atrás dele. Em certo momento, ele decide armar uma armadilha para pegar os sujeitos. A armadilha é razoavelmente bem sucedida e ele consegue matar os três perseguidores, mas um deles havia atirado em direção a um barulho que ouvira logo antes e, dessa forma, acertara também seu bebê que então, morre. Depois de toda essa desilusão, casa queimada, bebê morto, ele desiste de tudo isso e volta para a aldeia, e lança a pérola o mais longe que consegue, tentando quebrar assim essa rede de azar o qual ele é acometido.

A meu ver o livro trata da ambição dos homens e da exploração dos pobres pelos ricos. Não fica bem claro se a pedra valia muito ou não, mas parece que sim. O médico que só o recebe depois de saber da história da pérola tem claramente preconceito com os camponeses e é mais um aristocrata de má índole. Dá a intender que ele dá um falso-remédio para o bebê apenas para que os camponeses precisem mais uma vez de sua ajuda. Tudo dá errado desde que Kino encontra a pérola, mas ele insiste sempre em continuar ao contrário do que lhe implora a mulher para conseguir vender a pedra e ficar rico.

·No médico há um misto de avareza e crueldade, pois só atendia quem tinha dinheiro, só preocupou-se com o garoto depois que seu pai achou a pérola .

·Kino: depois que achou a Pérola tornou-se cruel bateu em sua esposa Juana e a deixou, desacordada na praia.

·Ruan: o irmão mais velho, casado com Apolônia, apoiava Kino mais disse que a Pérola traria azar, (o barco de Kino era herança de família talvês por isso seu irmão teria um pouco de inveja dele).

·Juana a esposa que sempre esteve ao lado de Kino.

·O escorpião que pica a criança no início é um símbolo do mal

·Um exemplo de azar foi Kino matar o seu próprio filho.

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